Era noite de quinta-feira e havíamos combinado de sair para jantar, sem nenhum motivo especial. Mal eu sabia que seria uma janta muito especial!
Assim que Dori entrou no carro, o cheiro do perfume maravilhoso que ela usa em ocasiões especiais tomou conta do interior do carro. Olhei para o rosto dela sob a luz e a maquiagem a deixava com um tom de beleza inexplicável. Baixei os olhos enquanto ela arrumava os cabelos e vi o decote maldoso. A calça preta justinha chamava atenção para as coxas e principalmente para a bunda.
No caminho para o restaurante conversamos um pouco, até que Dori não se conteve e me disse: “Tô com a borboletinha hoje” – se referindo ao Butterfly Micro que compramos. Inacreditável! Por baixo daquela calça apertadinha havia um vibrador de tamanho mínimo tocando o grelinho.
Quando chegamos ao restaurante escolhemos uma mesa mais recolhida, onde poderíamos curtir a noite sem muita gente em volta.
Assim que fizemos o pedido ela ligou a borboleta na velocidade baixa, para sentir como seria. Continuamos conversando e ela ia me dizendo como estava. Em poucos minutos a calcinha de Dori estava molhadinha. Quando o garçom nos serviu nem desconfiou que à frente dele havia uma mulher com um vibrador ligado no grelo.
Comemos muito bem, e a borboletinha lá, ligada, deixando ela cada vez mais acesa com a brincadeira. De tempos em tempos ela perguntava se não dava para escutar o motorzinho ligado, sempre preocupada com a possibilidade de ser flagrada na siririca em público.
Após algum tempo, já com a calcinha encharcada e com as pernas mexendo involuntariamente ela resolveu aumentar a velocidade. Assim que aumentou fez uma cara de desespero, de quem acabava de se dar conta que não teria como se controlar. Pedi a ela que deixasse assim e desse um jeito de não mostrar o que estava acontecendo.
Continuamos jantando e notei que as pernas se movimentavam involuntariamente cada vez com mais freqüência. Notei também que de vez em quando ela passava as mãos no rosto e fechava os olhos por alguns segundos, gemendo. Aos poucos o rosto foi ficando vermelho, cada vez mais forte.
Chegou uma hora em que ela não conseguiu mais comer, ficou de olhos fechados, gemendo baixinho e com a respiração ofegante. De repente escutei “me beija agora!”. Beijei ela e assim que nossas línguas se tocaram ela começou a respirar fundo e rápido, gemendo muito e tremendo o corpo todo. Era um orgasmo louco! Em público, com gente a menos de 5m de distância. Após alguns segundos ela conseguiu recobrar os sentidos e coordenar o corpo para desligar a borboleta. Continuava vermelha, de olhos fechados, gemendo baixinho e toda mole na cadeira. Ficou assim por um tempo até que disse: “Uuh! Achei que essa borboletinha não funcionava como diziam, mas funciona. E muito bem!”.
Quando fomos embora do restaurante, antes de chegar em casa, Dori tirou a borboleta e me deu, dizendo: “Dorme com ela, sentindo o cheirinho de gozo da minha buceta”.
ola tenho 56 anos e uma namorada de 25, a coisa que mais adoro é ver ela de mini saia sem a calçinha, inclusive pedi para ela colocar um ziper na saia daqueles que abrem de baixo para cima só para ficar olhando as coisas bela do mundo. a mulher de mini saia que coisa de louco parabens pela sua vontade e de seu exito.