Após duas semanas sem nos vermos, eu já não agüentava mais de tanto tesão. Vínhamos mantendo diálogos quentes, picantes e pornográficos via SMS há dias, combinando como seria o fim-de-semana. O principal seria que durante as poucas horas da tarde em que nos veríamos, ficaríamos sem sexo, apenas nos provocando e assim deixar o melhor para a noite.
Quando finalmente chegou a hora de nos vermos, é claro que não houve como segurar. Eu não gozava há 2 semanas e ela não agüentava mais de vontade de agarrar um pau duro. Em poucos minutos estávamos os dois na cama sem roupas.
Ela me pediu que batesse punheta, mas esfregando o pau no rosto dela. Me apoiei sobre os joelhos por cima dos peitos dela e comecei a punheta passando bastante meu pau muito duro no rosto dela, em todas as partes possíveis. Ela lambia como podia, lambuzando e logo depois eu esfregava nela deixando tanto meu pau quanto o rosto dela babados! Quando podia, ela chupava a cabecinha e eu continuava a punheta.
Em menos de 2 minutos não consegui mais segurar. Em meio aos pedidos dela de “não é pra gozar”, só me restou dizer “não dá mais!”. Naquele momento comecei a jorrar o esperma quente que escorreu pelo pescoço e peitos dela.
Foi uma das gozadas mais rápidas entre nós, porém tão boa quanto qualquer outra.
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